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O ombro e seus “ITES”

Você sabia que o ombro é a articulação mais móvel do corpo humano e, por essa razão é muito suscetível a lesões? Neste texto abordaremos o ombro e os seus “ITES”.
Bursite no ombro, tendinite no ombro, capsulite no ombro, artrite no ombro

Os atletas profissionais que o digam… eles são os que mais sofrem! Por conta dos inúmeros movimentos repetitivos eles acabam sofrendo de diversos “ITES” ao longo de suas carreiras, como: artrites, bursites, tendinites, capsulites… Mas não se engane, a dor no ombro pode acometer qualquer um.

Sinais mais comuns para identificar uma lesão:

  1. Dor ao realizar um movimento
  2. Musculatura tensa
  3. Rigidez na articulação

“ITES” mais comuns no ombro:

  1. Artrite: inflamação das articulações do ombro. Os estudos não comprovam qual é a origem da artrite, porém, há indícios de que fatores genéticos têm uma forte influência em quem vai ou não desenvolver este problema, já que é uma inflamação causada pelo sistema imunológico, traumas físicos e problemas hormonais também podem ser fatores desencadeantes. A maior incidência ocorre em mulheres e pessoas de mais idade, não sendo uma regra.
  2. Bursite: inflamação da Bursa subacromial (responsável por proteger tendões, ligamentos e músculos de atrito). Muitos estudos sugerem que a inflamação surge devido a movimentos repetitivos.
  3. Tendinite ou inflamação do manguito rotador: processo inflamatório dos tendões da articulação. Seu surgimento deve-se a sobrecarga da articulação e movimentos repetitivos. Atletas que fazem movimento de extensão do braço são os mais acometidos.
  4. Capsulite adesiva ou síndrome do ombro congelado: inflamação dos tecidos sinoviais que evolui progressivamente. Neste caso essa lesão desenvolve-se em 3 estágios: O primeiro a inflamação na membrana sinovial começa com uma leve dor mas, o paciente ainda possui mobilidade; o segundo estágio caracteriza-se por uma evolução da inflamação na membrana sinovial, dando início à aderência da cápsula articular à cabeça do ombro, neste caso a dor começa a diminuir de intensidade e a mobilidade na articulação é mais afetada e; o terceiro estágio a articulação começa a “descongelar” e os movimentos retornam com uma perda de 15 a 20% de mobilidade.
  5. Síndrome do impacto: compressão do tendão do músculo supraespinhal, infraespinhal ou da cabeça longa do bíceps branquial. Essa síndrome não é uma inflamação mas ela é uma das causadoras da tendinite crônica do ombro. É muito comum em praticantes de atividade física com movimentos de elevação dos braços. 

 
Como prevenir:

  1. Ao sinal de dor fazer avaliação eficiente com um profissional da área.
  2. Ficar atento aos desequilíbrios musculares na região do ombro.
  3. Fortalecer os músculos com exercícios adequados para evitar outras lesões nas articulações.
  4. Fazer alongamento para devolver a mobilidade à articulação e recuperar a amplitude de movimento.
  5. Fazer uso de órteses para os ombros – A OmoTrain guia e posiciona a articulação do ombro, garantindo redução da carga nos tecidos e livre movimentação. Uma almofada de silicone ativa os músculos realizando uma massagem intermitente, aliviando a dor e a inflamação.

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