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20/07/2023

Você sabe o que é lesão do ligamento cruzado posterior (LCP)?

Já escrevemos sobre a lesão do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) e, agora vamos falar sobre a Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP). Vale lembrar que o joelho é uma articulação muito exigida durante a prática esportiva e deve ser estável o bastante para suportar cargas e ter flexibilidade para transmitir a energia cinética para os movimentos.  

Vamos saber um pouco mais sobre este tipo de lesão?

 

O QUE É LCP?

LCP é a abreviação de ligamento cruzado posterior, uma tira resistente de tecido fibroso que tem como função ligar ossos.O LCP, assim como o LCA, é um dos quatro principais ligamentos internos do joelho e trabalha em conjunto com o LCA (ligamento cruzado anterior) ligando o osso da coxa (fêmur) e o osso maior da perna (tíbia).
 
O LCP opera como estabilizador primário do joelho e também é o responsável pelo movimento da tíbia para trás. É constituído de duas faixas inseparáveis de tecido fibroso. A anterolateral fica tensionada quando o joelho está dobrado e a posteromedial, quando o joelho está esticado.

 

 

POR QUE CRUZADO?

As duas faixas cruzam-se entre si no meio do joelho, em forma de “X”, daí o nome 'cruzado'. Dessa forma, o LCP impede a rotação posterior da tíbia em relação ao fêmur (conhecida como gaveta posterior) e ajuda a prevenir a rotação externa da tíbia.

 

COMO OCORRE A LESÃO DO LCP?

A causa mais comum da lesão do LCP é o impacto direto na parte frontal da tíbia, principalmente quando o joelho está dobrado em 90°. Geralmente, esse tipo de trauma frontal acontece praticando um esporte ou num acidente de carro.

 

OUTRAS CAUSAS DE LESÃO DO LCP:

  • Queda com o joelho hiperfletido (quando a canela está grudada à coxa);

  • Entorse com o joelho hiperestendido (quando a perna está tão estendida que o joelho fica recuado para trás);

  • Joelho varo (pernas arqueadas, com joelhos afastados entre si);

  • Joelho valgo (desalinhamento das pernas, com os joelhos virados para dentro e os pés, para fora). Neste caso é comum que a lesão do posterior acompanhe a lesão do ligamento cruzado anterior.

 

IMPORTANTE SABER

A incidência de lesão do cruzado posterior (lcp) é menor do que a do anterior (lca). isto porque o ligamento posterior tem maior espessura e resistência e, o mecanismo de trauma também é diferente nas duas lesões.

 

QUEM CORRE O RISCO DE SE LESIONAR?

Traumas de impacto forte apresentam maior risco, pois podem se envolver em acidentes que afetam a tíbia e o joelho:

  • Ciclistas;

  • Motociclistas;

  • Motoristas de carros.

Esportistas que vivem situações de queda em solo com impacto direto no joelho, apresentam maior risco de lesão. Nessas lutas, a lesão no posterior também pode ter origem na entorse do joelho, pois é comum o lutador segurar a perna do oponente:

  • Judô;

  • Jiu-jitsu;

  • MMA;

  • Luta greco-romana.

A queda também é muito frequente em esportes como rúgbi e futebol americano, e nem é preciso dizer qual o nível de energia desses impactos. Não é para qualquer joelho, motivo pelo qual a lesão do posterior seja tão comum nesses dois esportes.

 

QUAIS OS SINTOMAS DO LCP?

  • Inchaço mínimo ou moderado;

  • Dor moderada que pode irradiar-se para o restante da perna;

  • Instabilidade e insegurança na mudança de direção.

ATENÇÃO:

Com a lesão, a biomecânica muda: a tíbia fica recuada ("posteriorizada") em relação ao fêmur, causando uma sobrecarga da articulação femoropatelar. Essa instabilidade crônica pode levar à artrose do joelho. A longo prazo, podem ser observadas também a atrofia do músculo quadríceps (da frente da coxa) e a perda da propriocepção.

 

CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES

As lesões do cruzado posterior podem ser classificadas em função de sua gravidade:

  • Grau I: rotação até 0,5cm, ligamento ligeiramente distendido, com o joelho ainda estável;

  • Grau II: rotação até 1cm, ruptura parcial com tendão frouxo;

  • Grau III: rotação acima de 1cm, ruptura total do ligamento com instabilidade do joelho.

Estas classificações consideram o deslocamento posterior da tíbia em relação ao fêmur quando o joelho está flexionado a 90°. Essas classificações são importantes para a indicação do tratamento.

 

TRATAMENTOS

As rupturas parciais são mais comuns, e têm possibilidade de uma regeneração espontânea, sem necessidade de cirurgia.

Para estes casos, o tratamento inicial inclui:

  • Repouso;

  • Gelo;

  • Compressão.

A maior parte dos pacientes é liberada para caminhar desde que com uma órtese articulada nas duas primeiras semanas, para que o joelho fique protegido e os ligamentos possam cicatrizar.

A seguir, após controle da dor e do inchaço, deverá ser feito um reforço muscular com ênfase no ganho do músculo quadríceps. Finalmente, será possível retomar à prática esportiva sem problemas de estabilidade no joelho.

 

PREVENÇÃO

Algumas dicas para ajudar a prevenir as lesões do joelho relacionadas com esporte, podem ser seguidas:

  • Fazer aquecimento e alongamentos antes de participar de atividades esportivas;

  • Fortalecer os músculos que rodeiam o joelho através de um programa de condicionamento físico dirigido para cada indivíduo;

  • Evitar aumento rápido na intensidade do programa de treino;

  • Usar calçados confortáveis que proporcionem um bom apoio e se adaptem bem aos pés e ao esporte;

  • Faça o uso de órteses ortopédicas que ajudem a estabilizar o joelho durante a prática.
     

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